Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

Tempestade de sentidos

 

 

Foi numa noite como esta

Quente e de festa

Que me foste apresentada

Paixão instantânea nascida do nada

 

Tanto dissemos em tão pouco tempo

Tanta sintonia naquele momento

O toque das mãos foi inevitável

Carinho que parecia inquebrável

 

Dançamos, rodopiamos

Abraçamos, beijamos

Tudo parecia perfeito

E eu, um tolo sem jeito

 

Era a tolice da felicidade

Na sua bela simplicidade

O encanto da princesa

Que deixou a minha alma acesa

 

O momento foi curto mas intenso

Mais forte que o melhor incenso

E o tempo que se seguiu

Foi o mais longo que se viu

Porque se tu parecias perfeita

Deixaste a minha alma desfeita

 

Mas o tempo tudo resolve

Quando o coração se envolve

Numa manta de amor

E nunca…

Nunca…

 num cobertor de rancor

 

J

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publicado por jangadadecanela às 23:08
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26 comentários:
De Subjectividades a 24 de Junho de 2008 às 10:42
No amor não deveria haver rancores, mas há quem afirme que o amor é gemeo do ódio!
Chamem-me ingénua, o que quiserem mas eu não concordo nem aceito que assim seja.
O Amor pode não dar certo, pode magoar, pode doer sim mas há que respeitar e guardar a beleza do que houve.

Um abraço

De jangadadecanela a 24 de Junho de 2008 às 10:57
mas o rancor existe Isabel, associado ao amor ou à falta dele, ou outras variantes...

eu, não sei se por sorte ou por sentir demais ou de menos... nunca guardei rancor, guardo sempre o que de bom restou... mas como ja tenho dito.... não sou um bom exemplo...

abraço,
Luis
De Subjectividades a 24 de Junho de 2008 às 11:22
Pois olha meu amigo eu só te conheço daqui mas quanto a dizeres que não és um bom exemplo...eu não o diria. Tenho gostado do que tenho lido visto e sentido.
O rancor existe e o ódio também mas são sentimentos que não nos levam a lado nenhum pelo contrário só nos fazem andar para trás. É claro que posso estar errada em todas as minhas apreciações mas era como dizia o outro dia esta é a minha verdade.
Um abraço
De jangadadecanela a 24 de Junho de 2008 às 11:33
Tu és um amor, essa é que é a verdade.

um abraço
Luis
De Subjectividades a 24 de Junho de 2008 às 11:36
Ahahah, com essa calaste-me mas olha Luís também não sou exemplo para ninguém!!!

Abraço
De jangadadecanela a 24 de Junho de 2008 às 12:01
:)

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