Domingo, 29 de Junho de 2008

Instantes de ti

Porque devemos preservar o que de bom temos o privilégio de partillhar ao longo da vida, independentemente do mau que também possa existir...

 

Instantes de ti
Registos da nossa historia
Gravados na memória
Instantes que senti
 
São uma porta aberta
Para uma vida repleta
De brisas de amor
De toques de calor
 
Instantes de ti
Uma vida que vivi
Momentos de pura liberdade
Deixam lágrimas de saudade
 
São doses de prazer irreais
Simples doces embrulhados
De afrodisíaco recheados
Dos quais sempre quero mais
 
Instantes de ti
Sorrisos que colhi
Mais nada interessa
Vivo e não tenho pressa
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publicado por jangadadecanela às 20:29
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De Maria João Brito de Sousa a 30 de Junho de 2008 às 11:58
Por "instantes" fiquei sem voz. De lá respondiam-me que os Jogos Florais estavam atrasados. "Pelo menos um mês...". São muitos instantes para engolir de uma vez só e eu nem consegui perguntar por que razão o "atraso" não foi divulgado. "Pelo menos" no site da autarquia.
O "instante" em que dei com o nariz no portão da junta não merece ser recordado. Garanto-te.
O poema está muito bom. A tua lírica revela ainda a sua "juventude", necessita de amadurecer, mas promete... e muito!
Abraço!
De jangadadecanela a 30 de Junho de 2008 às 12:15
Olá Maria João,

Fico triste por essa má recordação que não vais decerto conseguir apagar tão cedo... espero e torço para que o desfecho seja melhor...

obrigado pelo teu comentário ao poema... eu sei que a minha lirica só pode ser jovem porque não tem linhas mestras, regras... apenas sai... o unico elemento centralizador é o tema... pode ser que um dia eu possa, com a devida ajuda, aprofundar esta vertente...

um grande abraço,
Luis
De Maria João Brito de Sousa a 30 de Junho de 2008 às 12:39
Para ser muito honesta, dir-te-ei que o mais importante é essa fluidez, esse jorrar. Não é absolutamente necessário "vestir" os poemas de roupagens preconcebidas. Anda por aí (não é só na net!) muita poesia que nem sequer é poesia, tal a sua falta de qualidade. Decerto já leste bons autores, bons poetas.
Sempre que lemos estamos a enriquecer a nossa escrita e não é, decerto, por um processo de imitação.
Vai lendo e escrevendo. A tua poesia está a amdurecer, sem dúvida nenhuma.
De jangadadecanela a 30 de Junho de 2008 às 13:13
:))))

vou seguir o teu conselho...
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