Segunda-feira, 7 de Abril de 2008

Para o meu Amor...

Sentado na minha cadeira, faço uma pausa

Deixo o trabalho na fronteira, entro no país do amor

 

Encontro-te a descansar

Admiro a tua beleza

O meu coração bate forte

De amor, tenho a certeza

 

Fico à espera

Sincronizo-me com a tua respiração

Caminhamos agora juntos

Na vida, no tempo, em outra dimensão

 

Sentes a minha presença

Abres os teus olhos e com eles o teu sorriso

 

Nada mais quero da vida

Do que este momento guardado

Certo de que o nosso amor

É para ambos, sagrado

 

Abraçamo-nos no tempo

Tempo que não é tempo

Pois não o senti passar

 

Para mim é um sentimento

Que não existindo no tempo…

 

Existe na eternidade

publicado por jangadadecanela às 19:08
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13 comentários:
De MARIA a 7 de Abril de 2008 às 19:47
Sentimentos verdadeiros, ficam para sempre guardados, numa caixinha mágica que é o nosso coração. aí estão os nossos verdadeiros tesouros.
De jangadadecanela a 8 de Abril de 2008 às 09:04
não podia concordar mais Maria.
De Café com Natas a 8 de Abril de 2008 às 08:24
Escreves muito bem. Gosto da forma simples como deixas o teu pensamento voar.
Acho que nunca te tinha comentado, mas foi apenas pura falta de tempo... "Tempo que não é tempo"... porque me passa a voar...
Beijinho
De jangadadecanela a 8 de Abril de 2008 às 09:11
Obrigado pelo teu comentário, fico muito contente que gostes. Tento falar do que tenho guardado no coração, seja sobre o o que aconteceu no passado, sobre o presente e até sobre os sonhos de futuro. Volta sempre.
De pingodemel a 8 de Abril de 2008 às 11:58
não me vou repetir a dizer que adoro os teus poemas ...só te vou fazer uma pergunta...este é dos que tinhas guardado ou é recente?
abraço
De jangadadecanela a 8 de Abril de 2008 às 12:00
:) escrito ontem online...
De pingodemel a 8 de Abril de 2008 às 12:18
parabéns...e sou da opinião que quando estamos bem com alguém o tempo parece não passar ...parece que não existe e quando olhamos para o relogio....
De jangadadecanela a 8 de Abril de 2008 às 12:24
neste momento namoro as palavras, criando no imaginário o destino de tais sentimentos. apesar do destino não ser real, real é o sentimento evocado, como se uma cruzada fosse em busca do eterno sentimento... o Amor.
De Subjectividades a 8 de Abril de 2008 às 12:02
Eu vou simplesmente deixar um poema de António Gedeão depois diz se gostaste!

Não pode o Amor por mais que as falas mude
exprimir quanto pesa ou quanto mede.
se acaso a comoção falar concede
é tão mesquinho o tom que o desilude

Busca no rosto a cor que mais o ajude,
magoado parecer aos olhos pede,
pois quando a fala a tudo o mais excede
não pode ser Amor com tal virtude.

Também eu das palavras me arreceio,
também sofro do mal sem saber onde
busque a expressão maior do meu anseio
E acaso perde, o Amor que a fala esconde
em verdade, em beleza, em doce enleio?
Olha bem os meus olhos, e responde.

Um abraço
De jangadadecanela a 8 de Abril de 2008 às 12:19
olá coisasdocoração. Tive que reler várias vezes para tentar tirar uma mensagem... a leitura que faço (correcta ou errada...) é a de uma mensagem final simples ... não há palavras que descrevam o amor, qualquer uma que usemos não será nunca suficiente para descrever a intensidade do que sentimos...

esteja eu certo ou errado no entendimento que fiz, gostei muito do texto que me fez pensar... :)
De Subjectividades a 8 de Abril de 2008 às 12:55
É isso aí amigo!
Não há nada que quantifique o amor que o pese que o meça, amor é sentir...
Podemos é sempre tentar passar par o papel tudo aquilo que sentimos e eu gosto da maneira como o fazes.

Um bom resto de dia
De mafalda a 8 de Abril de 2008 às 17:12
cá estou eu...
vim devolver-te a visita e fui passando de post em post até que acabei por ler tudo o que escreveste...
e como é lindo...
cada texto, cada poema, cada palavra feita de significados intermináveis.
"parabéns" disseste-me, e "parabéns" digo-te.
adorei o blog.
beijinhos.
De jangadadecanela a 8 de Abril de 2008 às 17:43
Obrigado pela tua visita, obrigado pelo elogio...
volta sempre

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